O e-mail trazia um anexo com várias fotos de propagandas inteligentes, explorando movimentos ou posições que um produto poderia oferecer para gerar um efeito inesperado. Esse efeito, qualquer que seja, sempre causa uma reação de desautomatização do cotidiano das pessoas, isto é, elas se deparam com uma ideia nova, que pode gerar espanto, surpresa, graça, enfim, um momento de desligamento do tradicional para observar a novidade.
E é claro que essas formas de fazer propaganda sempre se superam e se renovam porque existe um fim e uma causa para isso. Respectivamente: mercado consumidor e competição. Atualmente, com a quantidade massiva de informações que bombardeia as pessoas a todo momento, chamar a atenção para que comprem sua ideia é cada vez mais difícil. Isto é, atrair clientes (finalidade) implica em superar a concorrência (causa). Para isso, é necessário haver inovação e criatividade!
"Uma marca é um valor na mente do consumidor" e "se você não oferecer um céu, jamais terá crentes". Essas são duas frases de Joaquín Lorente, um publicitário espanhol. Isso quer dizer que se a marca não produz no consumidor um valor, ela não prosperará. Por isso, ela tem que ser capaz de convencer de que faz a diferença e que, ao comprar um de seus produtos, você estará saciando suas necessidades, sonhos, ilusões, enfim, sua vontade em dado momento.
Assim, através desses artifícios e ideias originais as marcas conseguem arrancar risos e boas impressões de possíveis consumidores.
Seguem as figuras:






O brasileiro, em geral, é uma criatura muito criativa. Nas grandes corporações ou nos camelôs, a criatividade sempre está presente. Ilustrando isso, aqui estão duas imagens que são a prova disso:
